Como a Cultura do Cancelamento pode impactar a sua marca?

Atualizado: Jun 17



Você já ouviu falar sobre a Cultura do Cancelamento e teve medo, ao postar algo em suas redes sociais, de como os seus seguidores receberiam a informação?


Pois é, no momento desafiador em que vivemos, o que mais cresceu entre nós foram os contatos, amigos e afinidades que localizamos na internet, em redes sociais que aproximam pessoas com interesses em comum.


Assim, consumidores acompanham famosos, marcas e empresas com o intuito de receber conteúdo informativo, atualizado. Então, considerando que aquele canal/produto/serviço gerou neles uma emoção, um sentimento forte, oferecer likes e engajamento é uma forma de estreitar laços.


Da mesma forma, quando um seguidor repudia a atitude da marca, além de banir essa atitude por comentários e dislikes, ele a cancela!


CANCELAR é remover a pessoa/empresa da sua posição de influência após o erro.

Porém, após a tempestade de críticas, isso pode acabar sendo bom… “Oi, como assim????”


Exatamente! As marcas podem sair fortalecidas de um cancelamento se souberem canalizar esse incidente para uma ação de transformação efetiva de pensamentos e atitudes, como no caso da Skol, por exemplo.


A marca foi cancelada pelo público feminino por sugerir em suas campanhas de carnaval, atitudes machistas, objetificando a mulher, até que, em 2018, criou uma campanha contra o assédio sexual e, assim, reverteu a situação com uma atitude verdadeiramente positiva.


Não basta ficar no “sinto muito”, “me desculpe”, é necessário muito mais para que o público sinta-se sensibilizado e reverta essa situação de querer consumir essa marca novamente.


Dessa forma, movimentos como o da Skol comprovam soluções bem-sucedidas de como enfrentar um cancelamento e, também, a importância da liberdade de escolha que o público tem hoje para definir o que lhe representa ou não.


E você? O que pensa sobre a Cultura do Cancelamento?

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